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RESENHA | A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard

  A Rainha Vermelha "Red Queen", livro escrito por Victoria Aveyard, foi publicado em 2015 pela editora Seguinte aqui no brasil. O Livro é escrito em primeira pessoa, sendo a Mare então, uma narradora personagem, do gênero literário de romance, sendo uma distopia, ficção e fantasia.

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Título: A Rainha Vermelha
Título Original: Red Queen
Autor: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 449
Ano: 2015

Sinopse: "O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração."

 Mare Barrow, é uma garota que nasceu em uma sociedade totalmente dividida em duas classes sociais, os vermelhos, a classe sanguínea inferior e os prateados, classe sanguínea superior, melhor evoluída. Isso deve-se, ao fato de que as pessoas de sangue prateado, tem poderes especiais e os que tem sangue vermelho, não. Sendo assim, inferiores e submissos aos que tem sangue prata.
Nas histórias, nos antigos contos de fadas, um herói sempre aparece. Mas todos os meus heróis estão longe ou mortos. Ninguém vai aparecer pra mim. 
 De acordo com uma lei empregada pelos reis prateados, todos os jovens vermelhos ao completar 18 anos, independente de ser mulher ou homem, devem ser recrutados ao exército, para lutar nas guerras travadas sempre, até antes mesmo de a mesma nascer.  Somente não é recrutado, se já tiver um ofício ou ser aprendiz de alguém.
Erga-se, vermelha como a aurora.
Mare será recrutada em breve, além dela sua família já tem 3 irmãos recrutados e sua irmã é uma aprendiz. Breve ao dia do recrutamento e temendo ser recrutada, não é, devido ao encontro inesperado com um estranho em uma noite, ela é convidada a ir trabalhar no palácio dos reis pratas, conhecendo várias pessoas e acaba por se descobrir, e descobrir que nem todo sangue é inferior como ela pensava ser.
Todo mundo pode trair todo mundo.
De um ponto de vista crítico o sistema social do livro, é muito parecido com o sistema social de castas indiano. Onde, as castas se definem de acordo com a posição social que determinadas famílias hindus ocupam.
Pensar que todos os prateados são maus é tão errado quanto pensar que todos os vermelhos são inferiores.


 Fator que estabelece um tipo de “hierarquia” social marcada por privilégios e deveres. A autora escreve muito bem os fatos, diálogos e detalhes do cenário.
Os deuses ainda governam. Ainda descem das estrelas. Só não são mais gentis.
 Embora seja uma história cativante, eu notei vários trechos muito parecidos com outros livros que já li, entre eles A Seleção, Divergente e Jogos Vorazes.

 Não leu? Ficou com vontade de ler?
 Já leu? Oque achou dos pontos abordados?

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2 comentários:

  1. AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, esse livro ❤️ Meu psicológico foi ao fim depois de ler ele, fica difícil de confiar nas pessoa agora

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